Prazer, Raissa Azeredo

Fotógrafa, antropóloga e indigenista

Minha trajetória é guiada pela pesquisa e pelo desejo de contar histórias que merecem ser preservadas. Desde 2013, transito entre o rigor do registro etnográfico e a sensibilidade dos momentos de vida privada.
Não busco a imagem esteticamente perfeita, mas a que carrega sentimento. Seja no registro de um ritual indígena ou no nascimento de um filho, meu trabalho é movido pela empatia e pela responsabilidade de quem sabe que está guardando uma memória para o futuro.

Com o olhar moldado pela antropologia, busco o equilíbrio entre o registro técnico e a sensibilidade humana para preservar memórias que carregam contexto, verdade e pertencimento.

(RAISSA AZEREDO)